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AD - Interlagos - Min. Belém
O batismo dos crentes no Espírito Santo é acompanhado pelo sinal físico inicial de falar em outras línguas (línguas não aprendidas em estudos de idiomas) quando o Espírito de Deus lhes concede expressões audíveis [Atos 2.4].
A diferença está no propósito e uso.
A manifestação de línguas pode ser observada na vida de todo crente cheio do Espírito Santo a partir do seu enchimento inicial.
A expressão audível de línguas deve também continuar a funcionar na vida particular de oração do crente cheio do Espírito Santo. Contudo, o dom de línguas (algumas vezes chamado "mensagem em línguas") é manifestado em público usualmente em ambientes de adoração congregacional.
Este dom está relacionado ao dom de interpretação de línguas. Ambos são concedidos somente aos crentes.
O propósito deles é a edificação individual e da congregação.
"Ora há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil. Porque a um, pelo Espírito é dada a palavra de sabedoria, e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas." [1 Coríntios 12.4-10].
Esta forma de falar em línguas é basicamente a mesma quanto ao dom de línguas.
"E a uns pôs Deus na Igreja, primeiramente, apóstolos, em segundo lugar, profetas, em terceiro doutores, depois milagres, depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas." [1 Coríntios 28].
Importância desta doutrina:
Alguns crentes não-pentecostais ensinam que ter caráter à semelhança de Cristo e o fruto do Espírito são evidências do batismo melhores do que o falar em línguas.
Eles crêem que a experiência do batismo ocorre no mesmo instante da salvação, sem a manifestação de línguas.
A posição pentecostal sustenta que falar em línguas é a evidência física inicial do batismo no Espírito Santo e é uma experiência separada e posterior a da salvação.
Esta crença está baseada em cinco casos de derramamentos registrados no Livro de [Atos 2; 8; 9; 10; 19].
Por causa dessas passagens e de experiências pessoais, as Assembléias de Deus sustentam firmemente que o padrão bíblico do batismo no Espírito Santo é obra separada e posterior a salvação. É sempre acompanhada inicialmente pela expressão audível de línguas.
É verdade que o Espírito Santo habita em cada crente na hora da salvação convencendo-o do pecado e apontando-o a Cristo, mas Sua obra é diferente no batismo no Espírito Santo.
Tristemente muitos crentes, por causa dos ensinos antipentecostais, temem ou não compreendem e nem se abrem para receber esse dom maravilhoso.
Para alguns não-pentecostais a idéia de falar em línguas que não foram estudadas anteriormente é distúrbio que assusta. Mas para milhões de pentecostais, que falam em línguas sob o impulso do Espírito Santo, é um dom precioso. E, como dom, deve ser recebido antes que seu valor e utilidade sejam pessoalmente compreendidos. Isto só é alcançado através de vasos humanos que se rendem totalmente ao Espírito Santo.
FONTE/AUTOR/TRADUTOR/EDITÔRA: Folheto "As Assembleías de Deus - Nossas Doutrinas Básicas" - Zenas Bicket - Isael de Araujo - CPAD - RJ.
NA BÍBLIA: "E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.". [Atos 2.4].
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